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Governo do Rio decreta luto oficial pela morte do Papa Francisco; bandeiras ficam a meio-mastro

Ato do governador interino Rodrigo Bacellar estabelece três dias de homenagens ao pontífice. Decreto reforça legado de ‘esperança e fraternidade’ do líder religioso

Por Redação DGRJ/ Deputado Rodrigo Bacellar | Foto: Thiago Lontra/Alerj.

O governador interino do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar, declarou luto oficial de três dias no estado em virtude da morte do Papa Francisco, líder máximo da Igreja Católica.

O decreto, publicado nesta segunda-feira (21) no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, estabelece que bandeiras sejam hasteadas a meio-mastro em órgãos públicos e determina uma reflexão sobre o legado do pontífice, reconhecido por sua defesa de causas sociais e diálogo inter-religioso.

 

A medida, assinada pelo governador, ressalta a importância do Papa Francisco como “símbolo de esperança e fraternidade global”.

Em nota oficial, Bacellar destacou: “Declarar este luto é uma forma de honrar a vida de um homem que dedicou sua existência à promoção da paz e da justiça. Sua mensagem transcende fronteiras e inspira milhões, incluindo nós, cariocas”.

Em viagem à China, o governador Cláudio Castro também se manifestou por meio de postagem em sua página na rede social X.

Conexão pessoal com a fé católica

Claudio Castro, conhecido por ser católico praticante e integrante de corais gospel, frequentemente participa de missas e eventos religiosos, onde canta músicas sacras.

Sua relação próxima com a Igreja Católica influenciou a decisão de decretar o luto oficial. Em suas redes sociais, o governador compartilhou trechos de hinos religiosos e mencionou a “dor compartilhada com fieis de todo o mundo”.

De acordo com o texto publicado, o luto vigora por 72 horas a partir desta segunda-feira (21). Além do hasteamento de bandeiras a meio-mastro, o governo recomendou que instituições públicas e privadas promovam momentos de silêncio ou orações em respeito ao Papa. O decreto também autoriza servidores estaduais a participarem de cerimônias religiosas relacionadas ao falecimento.

Contexto e repercussão

A morte do Papa Francisco mobilizou líderes globais e comunidades religiosas. No Rio, estado com tradição católica forte e sede de eventos como a Jornada Mundial da Juventude (2013), a medida foi recebida com apoio por parte de entidades religiosas.

O luto oficial no Rio segue precedentes semelhantes, como o decretado após a morte do Papa Bento XVI, em 2022. Claudio Castro, que concilia a gestão pública com atividades pastorais, reforçou: “Em momentos como este, unimos nossa voz à daqueles que buscam consolo na fé”.

Já Bacellar, presidente da Alerj e terceiro na linha sucessória no Estado, também é católico. Ele assumiu o governo com a viagem de Castro e do vice Thiago Pampolha ao exterior.

O decreto na íntegra pode ser consultado na edição extra do Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro (21/08/2023), disponível em: Portal IOERJ.

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